quarta-feira, 19 de março de 2008

Já faz alguns séculos que não posto nada, o que faz jus ao nome "Diário (ahn?)...".
Ultimamente tenho tentado aprender a tocar piano. Aprender sério mesmo, treinando todos os dias, faz uns 5 meses.
Eu sei que não vou conseguir virar um pianista, que vou cometer muitos erros, que vou aprender errado etc. porque eu estou aprendendo ao estilo Musashi, ou seja, sem mestre. Não vou conhecer técnicas secretas passadas desde a época dos grandes compositores, não vou aprender nada que eu mesmo não descubra ou não atente para. Sei que muitos detalhes vão passar batidos, que a minha postura, tanto das mãos quanto do resto do corpo, vão ficar errados, que vai ser complicado eu conseguir tocar e ler partitura ao mesmo tempo, que eu não vou ter dificuldades para controlar dinâmica, tempo, expressão....
Mas no fim das contas, nada disso importa, importa só conseguir tocar alguma coisa para satisfação pessoal... isso que importa e o resto, como dizem, é resto.
É o novo desafio pessoal. Isso ainda vai dar muito caldo, pelo visto.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2006

E lá se vão cinco anos...

Passaram-se os cinco anos.
Hoje uma grande etapa do projeto CoGrOO chegou ao fim. A rigor, foi ontem, pois já passou da meia-noite. O fato é que apresentamos à banca anteontem e foi muito tranqüilo, os examinadores gostaram do projeto. Ontem, apresentamos a demo(nstração) do funcionamento do projeto para o público. Grandes figuras compareceram, entre elas o vice-diretor da Poli, além de muitos outros ilustres professores do nosso departamento.
Era interessante ver que muitas pessoas gostavam mesmo do que viam, outras se assustavam com a complexidade do nosso projeto. No geral, o balanço foi muito positivo.
O dia prometia, mas jamais o que de fato aconteceu: ganhamos uma menção honrosa na categoria "Valor Social". Isso só prova que uma das premissas do nosso trabalho se justifica pelo reconhecimento recebido, que é promover a popularização de uma ferramenta importantíssima para a educação e melhoria da cultura do povo brasileiro, de forma gratuita. E de quebra tentar ajudar na questão da inclusão digital.
Estamos quites com a faculdade e esperamos poder nos dedicar adequadamente à continuação do desenvolvimento do corretor.

EDIT: mudei algumas palavras, acho que com o sono eu repeti demais os vocábulos...

segunda-feira, 11 de dezembro de 2006

Penúltimo dia de atividades obrigatórias

Está chegando ao fim... cinco anos que se passaram como um foguete, com noites sem dormir e tudo mais.
Amanhã (ou melhor, hoje) é o penúltimo dia de atividades referentes ao CoGrOO obrigatórias perante alguma instituição. Isto porque apresentaremos a monografia referente ao CoGrOO 2.0 à banca de Projeto de Formatura II (a vingança). Se salvarmos nossas peles nessa, teremos "somente" a responsabilidade de não desapontar todas as pessoas que torcem e ansiam por uma versão nova do CoGrOO. Esperamos atender as expectativas.
O CoGrOO 2.0 ainda está um pouco cru em aspectos como o consumo de memória, mas planejamos corrigir esses problemas tão logo terminemos a nossa graduação.
No geral, está funcionando e tem funcionalidade similar à versão 1, com as vantagens de portabilidade (com Java) e mais robustez, entre outras coisas. A arquitetura projetada também permite (teoricamente) o porte para outras línguas com esforço adicional de codificação em determinadas partes do programa.
Isso foi só um micro preview do que estamos fazendo atualmente no corretor gramatical.
Até a vista.

domingo, 19 de novembro de 2006

Novo logo do CoGrOO decidido

Antes de mais nada, por que raios que é OO no final do nome CoGrOO? Porque o nome foi inspirado no OpenOffice.org, antes de ele ter sua distribuição no Brasil com o nome de BrOffice.org. A sigla continuará a mesma, já que CoGrBr, CoGrBrO, CoGrBO e afins são impronunciáveis...

Voltando ao mote deste post:
Um novo logo para marcar uma nova era para o CoGrOO - Corretor Gramatical Acoplável ao BrOffice.org foi desenvolvido, criado ou mesmo inventado.
Em discussões sobre o abandono do símbolo do OpenOffice.org francês, a garça Mouette (quem entrou no site do projeto há alguns meses, sabe que tinha uma garça no logo) e a necessidade de associação de alguma outra imagem ao projeto, decidiu-se fazer um logo.
Quem entrar hoje, pode ver um símbolo bizarro... mas ao mesmo tempo simpático (ou não).
Pessoas mais atentas verão o significado subliminar do logo (ou nada que uma dose de vodka não ajude, ou mesmo a leitura de um dos livros de Dan Brown, muito famosos atualmente).
E para quem quiser saber o que seriam os desenhos do G e do R, são dois gatos, o do G é normal, o do R é alienígena (?). E para quem tiver outra impressão, o R é um R, não um "k" em letra de mão não.
A estréia do logo se deu no Latinoware 2006, evento que nos deu oportunidade de divulgar mais o nosso trabalho e serviu para inaugurar esta nova fase no desenvolvimento do projeto. Quem esteve no evento, pôde conferir nosso chefe William exibindo o belo e novíssimo símbolo do projeto. Aproveitamos o ensejo para agradecer aos organizadores do evento, muito obrigado.
Algum dia a história da criação do logo será contada, mas não hoje, para não gastar muito papo.
E para vocês, caros leitores, verem o logo, aqui vai ele em sua versão para o site do projeto.

quarta-feira, 31 de maio de 2006

Gon

A série de livros do Gon é composta de quadrinhos em preto e branco e em cada volume são contadas as aventuras de Gon, um dinossauro muito invocado. Daí poderia se imaginar que este é só mais um mangá comum. Mas não. É incrível a expressividade dos quadrinhos. Os desenhos são primorosos e são muito ricos os detalhes dos animais que contracenam com Gon. Mas o que mais surpreende na obra é que as histórias não contêm texto algum. Não há uma única palavra, não há sequer uma onomatopéia.
No entanto, é possível compreender perfeitamente o sentimento do dinossauro e dos animais em cena somente observando os desenhos. Não é possível acreditar que simples ilustrações podem transmitir tanto significado até o momento em que o leitor puser os olhos nas figuras. Neste instante um novo universo se descortina e o inimaginável toma vida.
Confusões com ursos furiosos, alianças com pingüins, caçadas na África, vôos com águias: típicas situações da natureza, não fosse um pequeno detalhe cronológico: um dinossauro entre animais atuais! Apesar do contexto das histórias ser absurda, as situações são absolutamente hilárias e isto adiciona um toque de unicidade na obra.
Como curiosidade, no Japão, onde o personagem foi criado, num famoso jogo de luta chamado Tekken 2, o personagem faz uma ponta significativa, sendo um dos lutadores secretos do jogo!
No Brasil foram lançados até o presente momento, três livros: Come e Dorme, Tubarões e Carrapatos e Desce o Rio, todos pela Editora Conrad. Cada um tem em média 150 páginas de uma diversão refinada e diferente.

Autor: Masashi Tanaka
Editora: Conrad

Título
: Come e Dorme
Número de páginas: 146
Edição: 1
Ano: 2003
ISBN: 8587193821

Título: Tubarões e Carrapatos
Número de páginas: 154
Edição: 1
Ano: 2003
ISBN: 858719383X

Título: Desce o Rio
Número de páginas: 160
Edição: 1
Ano: 2004
ISBN: 8576160242